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Bahia

15/08/2012

Lembram dos CDs dos hinos dos clubes brasileiros da PLACAR? Eu adorava! Para quem não conheceu, resumo: artistas famosos (e alguns nem tanto assim) faziam “releituras” dos hinos de grandes times do Brasil. Entre outras versões sensacionais, a minha favorita era o do América-RJ na voz de Tim Maia. Havia outras muito boas – na minha opinião, é claro – como o hino do Inter com Kleiton & Kledir, o do Botafogo com Zeca Pagodinho, o do Cruzeiro com Skank e o do Flamengo com Herbet Vianna e Gabril, o Pensador.

O hino que reunia a maior quantidade de feras, porém, era o do Esporte Clube Bahia. A equipe tricolor teve sua música cantada por ninguém mais ninguém menos do que Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa, estas lendas da MPB (apesar de não ser fã, sei reconhecer a importância desse pessoal). Infelizmente, não achei no Youtube, mas dá para ouvir no player desta página aqui – vale a pena!

E é no embalo desses baianos porretas que coloco aqui no blog a bela camisa do Bahêa, como o pessoal de lá diz!

As estrelas acima do escudo representam a Taça Brasil 1959 e o Brasileirão 1988, as duas conquistas mais importantes da história do clube

Essa camisa foi presente dos meus pais, que lembraram da minha coleção enquanto davam umas voltas por Salvador. Acho esse modelo da Lotto muito bonito, principalmente pela gola azul e pelo patrocínio “casar” bem com a camisa. Uma pena só o VEDACIT amarelo nas mangas…

Dono de uma torcida fanática e numerosa, o Bahia também é um grande celeiro de bons jogadores. Da base tricolor, saíram nomes como Bobô, Beijoca e Charles. Uma das últimas revelações do time foi o lateral direito Daniel Alves

O “abrigo” do Bahia é a Fonte Nova, belo estádio que já foi palco de belos e trágicos momentos. Atualmente, a arena está sendo reconstruída para a Copa 2014. Quando foi inaugurada, terá capacidade para 60000 torcedores

Para finalizar, vale a pena recordar o espetacular título do Brasileirão 1988 conquistado pelo Bahêa do técnico Evaristo de Macedo. A final foi contra o bom Internacional de “Abelão” Braga, Taffarel, Luiz Carlos Winck e Nílson, artilheiro do torneio naquele ano. Na primeira partida, o clube gaúcho saiu na frente em plena Fonte Nova, mas o tricolor virou com dois tentos do mito Bobô – veja aqui, com direito a Fernando Vannucci. Quatro dias depois, bastou à equipe de Salvador segurar um 0 a 0 no Beira-Rio para sagrar-se campeã nacional pela segunda vez na história. Essa matéria mostra bem a conquista.

E aí, gostou da camisa? Deixe um comentário!

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One Comment leave one →
  1. Renato De Santino permalink
    16/08/2012 12:19

    Meu Baêa vice-campeão mundial…

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